Parabéns atrasados, o desejo de Felicidade eterna…e que eu sempre te ouça esteja eu onde estiver, esteja eu no caminho certo ou no caminho errado :P
“I hope you like it, I really do!”
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Running in circles
Quando alguém se sente perdido, anda às voltas...e quem anda às voltas passa pelos mesmos lugares.
Perdi-me...então ando às voltinhas que nem uma doida.
Já deixei de pedir para que a minha vida seja pacata! Parece que é um pedido demasiado grande, uma coisa praticamente impossível.
Acontece de tudo um pouco, sem eu conseguir evitar ou controlar...e embora esta manhã tenhamos acabado todos nas escadas a rir, esta noite foi complicada.
E pela segunda semana consecutiva lá fui eu buscar alguém ao hospital. Parece sina...
Cada vez que saio acontece alguma coisinha menos boa!!
Valem-nos as pessoas que levam as coisas na descontracção e nos ajudam a suportar todos os momentos...se calhar é por isso que lhes chamamos amigos!!
Hoje vou ter exame de Introdução à Medicina Clínica. Ainda não estudei nada e durmi três horas...e para cúmulo, estou na net a ouvir Coldplay e a escrever!
Acho que as coisas não vão correr muito bem hoje à tarde. Mas a minha cabeça entrou em curto circuito esta noite, e a última coisa decente que conseguiu elaborar, foi um plano louco para meter o pessoal todo em casa sem ninguém dar por isso. E graças a Deus correu tudo bem...
E tudo fica bem quando acaba bem...
Só que eu tenho medo das coisas que estão muito bem...
Perdi-me...então ando às voltinhas que nem uma doida.
Já deixei de pedir para que a minha vida seja pacata! Parece que é um pedido demasiado grande, uma coisa praticamente impossível.
Acontece de tudo um pouco, sem eu conseguir evitar ou controlar...e embora esta manhã tenhamos acabado todos nas escadas a rir, esta noite foi complicada.
E pela segunda semana consecutiva lá fui eu buscar alguém ao hospital. Parece sina...
Cada vez que saio acontece alguma coisinha menos boa!!
Valem-nos as pessoas que levam as coisas na descontracção e nos ajudam a suportar todos os momentos...se calhar é por isso que lhes chamamos amigos!!
Hoje vou ter exame de Introdução à Medicina Clínica. Ainda não estudei nada e durmi três horas...e para cúmulo, estou na net a ouvir Coldplay e a escrever!
Acho que as coisas não vão correr muito bem hoje à tarde. Mas a minha cabeça entrou em curto circuito esta noite, e a última coisa decente que conseguiu elaborar, foi um plano louco para meter o pessoal todo em casa sem ninguém dar por isso. E graças a Deus correu tudo bem...
E tudo fica bem quando acaba bem...
Só que eu tenho medo das coisas que estão muito bem...
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
O Burro, o Homem e o Rapaz...
Acordei mais cedo um dia destes e liguei a televisão. Como os programas da manhã são aquela coisa intragável, lá fiquei eu a ver desenhos animados.
Qual não é o meu espanto quando me aparecem uns desenhos animados sobre uma história que várias vezes me contaram quando eu era pequena.
A história tem três personagens, um burro, um homem (pai) e um rapaz (filho).
Um dia o pai levou o filho e o burro até ao mercado da aldeia mais próxima da sua casa. Como a viagem ainda era um bocado longa o pai disse para o filho: “Vai tu no burro que eu vou a pé!”. E lá foram eles. Chegados à aldeia as pessoas começaram a falar: “Olhem que mal educada aquela criança, o coitado do pai, já velho vai a pé, enquanto que o filho vai montado no burro!!”. Ouvindo isto o filho ficou com vergonha e disse ao pai para trocarem. Assim o filho continuou a pé e o pai montou-se no burro! Daí a pouco ouviram-se novas vozes: “Olhem para aquilo!! A coitada da criança vai a pé, enquanto o pai vai montado no burro!!”. O rapaz então preocupado, e para que não houvesse mais falatório subiu para o burro e lá foram os dois, pai e filho montados no burro. Mais à frente ouviram: “Parece impossível!!! O burro a ser explorado daquela maneira, a zurrar por causa do excesso de peso! Deviam ter vergonha!”. O rapaz olhou para o pai…tinham que arranjar outra solução…Então o pai disse-lhe: “Só se formos os dois a pé!!!”. Mas as vozes não deixaram de se ouvir: “Que patetas!!! Vão a pé quando poderiam ir no burro!!”. Os dois já fartos pegam no burro e levam-no ao colo. “HAHAHA!!! Olhem para aqueles estúpidos!! Levam um burro ao colo!!!”.
Portanto já perceberam qual é a moral da história!
No dia seguinte o filho entendeu que não podiam continuar a dar ouvidos às pessoas e ignorou todos os comentários, até que as vozes na sua mente foram-se afastando soando cada vez mais longínquas!
Por vezes é melhor ignorar o que as pessoas dizem. E ser simplesmente a rapariga estranha, que atrai tolinhos, não passa sem o seu cházinho e ouve fado!
Mapa do Coração…não é das minhas músicas preferidas. Mas ontem entrei em casa e tinha alguém a tocar guitarra na sala. Fui obrigada a entoar esta canção…e de repente, aquela já não era a sala da minha casa, mas sim uma sala de uma qualquer casa de fados!
Desconfio que nesse momento me senti imensamente feliz…desconfio…
Mapa do Coração, não tem nada que enganar, duas aurículas, dois ventrículos, uma válvula mitral, outra tricúspide, válvulas semilunares e os acessos, entradas e saídas, as veias pulmonares, artérias pulmonares, veia cava e aorta! Agora não me venham cá dizer que é difícil chegar ao coração de uma pessoa!
Qual não é o meu espanto quando me aparecem uns desenhos animados sobre uma história que várias vezes me contaram quando eu era pequena.
A história tem três personagens, um burro, um homem (pai) e um rapaz (filho).
Um dia o pai levou o filho e o burro até ao mercado da aldeia mais próxima da sua casa. Como a viagem ainda era um bocado longa o pai disse para o filho: “Vai tu no burro que eu vou a pé!”. E lá foram eles. Chegados à aldeia as pessoas começaram a falar: “Olhem que mal educada aquela criança, o coitado do pai, já velho vai a pé, enquanto que o filho vai montado no burro!!”. Ouvindo isto o filho ficou com vergonha e disse ao pai para trocarem. Assim o filho continuou a pé e o pai montou-se no burro! Daí a pouco ouviram-se novas vozes: “Olhem para aquilo!! A coitada da criança vai a pé, enquanto o pai vai montado no burro!!”. O rapaz então preocupado, e para que não houvesse mais falatório subiu para o burro e lá foram os dois, pai e filho montados no burro. Mais à frente ouviram: “Parece impossível!!! O burro a ser explorado daquela maneira, a zurrar por causa do excesso de peso! Deviam ter vergonha!”. O rapaz olhou para o pai…tinham que arranjar outra solução…Então o pai disse-lhe: “Só se formos os dois a pé!!!”. Mas as vozes não deixaram de se ouvir: “Que patetas!!! Vão a pé quando poderiam ir no burro!!”. Os dois já fartos pegam no burro e levam-no ao colo. “HAHAHA!!! Olhem para aqueles estúpidos!! Levam um burro ao colo!!!”.
Portanto já perceberam qual é a moral da história!
No dia seguinte o filho entendeu que não podiam continuar a dar ouvidos às pessoas e ignorou todos os comentários, até que as vozes na sua mente foram-se afastando soando cada vez mais longínquas!
Por vezes é melhor ignorar o que as pessoas dizem. E ser simplesmente a rapariga estranha, que atrai tolinhos, não passa sem o seu cházinho e ouve fado!
Mapa do Coração…não é das minhas músicas preferidas. Mas ontem entrei em casa e tinha alguém a tocar guitarra na sala. Fui obrigada a entoar esta canção…e de repente, aquela já não era a sala da minha casa, mas sim uma sala de uma qualquer casa de fados!
Desconfio que nesse momento me senti imensamente feliz…desconfio…
Mapa do Coração, não tem nada que enganar, duas aurículas, dois ventrículos, uma válvula mitral, outra tricúspide, válvulas semilunares e os acessos, entradas e saídas, as veias pulmonares, artérias pulmonares, veia cava e aorta! Agora não me venham cá dizer que é difícil chegar ao coração de uma pessoa!
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Haunted Home
"- Ei vamos ao cinema???
- Pode ser, mas o que é que vamos ver?
- Ficheiros secretos!
- Ei!! Mas isso é terror!!
- É levezinho, anda lá!!!"
Começam quase sempre assim as minhas idas ao cinema para ver filmes de terror! Vou quase arrastada e na maior parte das vezes apenas pela companhia.
Não percebo qual é a ideia de pagarmos para sermos bombardeados com sustos, cabeças a rolar pelo chão, mãos assassinas a sairem de armários!!! Sou assustadiça por natureza, não tenho que estar a aturar estas 2h em que ficamos às escuras a ver horrores num ecrã, com um casaco sempre pronto a ser puxado ao nível dos olhos...para tapar talvez a mulher/monstro a sair do poço, do The Ring...
A ida mais divertida ao cinema para ver um filme de terror foi na Covilhã, no Teatro Cine. Era de noite (claro) e não havia viva alma no cinema, para além de uma fila quase cheia de malta anciosa por ver um filme cujo nome era quase cómico: "Quem tem medo do papão?"!!! Ora isto devia ser bom para assustar criancinhas, pensei eu...mas passei o filme agarrada às pessoas ao meu lado, com uma vontade enorme de abandonar o barco! Claro que valeu a companhia, e o facto de haver sempre alguém ao meu lado disposta a contar-me o que se passa quando já estou na fase...incapaz de olhar para o ecrã: "agora ele levou-a, está a sangrar, tá a correr...vai apanhá-la outra vez!!!!".
E depois disto tudo pensam vocês: "ora aqui está a verdadeira adepta de comédias românticas!!"...mas não!! Desenganem-se vocês que comédia não é mesmo o meu género, muito menos romântica!
O meu género é mais drama. Tudo o que tiver bastante drama...Diamantes de Sangue ou Million Dollar Baby, são dois desses exemplos.
Quando era pequena fui ao cinema ver: Voando para casa...ainda o vejo, vezes e vezes sem conta. Marcou-me porque era ciança e só nessa altura me apercebi que de facto os acidentes acontecem, e as pessoas de quem mais gostamos também morrem...e custa imenso o facto de nos habituarmos a viver sem elas!
O que assusta não é morrer, mas a maneira como se morre...Já alguém dizia!
Quanto a filmes de terror, inevitavelmente vou ser arrastada para mais...mas desde que a companhia seja boa, tenha sempre algo para tapar os olhos de vez em quando, e não me enfiem no ecrã!!!
Haunted Home Uma história...não de terror!
- Pode ser, mas o que é que vamos ver?
- Ficheiros secretos!
- Ei!! Mas isso é terror!!
- É levezinho, anda lá!!!"
Começam quase sempre assim as minhas idas ao cinema para ver filmes de terror! Vou quase arrastada e na maior parte das vezes apenas pela companhia.
Não percebo qual é a ideia de pagarmos para sermos bombardeados com sustos, cabeças a rolar pelo chão, mãos assassinas a sairem de armários!!! Sou assustadiça por natureza, não tenho que estar a aturar estas 2h em que ficamos às escuras a ver horrores num ecrã, com um casaco sempre pronto a ser puxado ao nível dos olhos...para tapar talvez a mulher/monstro a sair do poço, do The Ring...
A ida mais divertida ao cinema para ver um filme de terror foi na Covilhã, no Teatro Cine. Era de noite (claro) e não havia viva alma no cinema, para além de uma fila quase cheia de malta anciosa por ver um filme cujo nome era quase cómico: "Quem tem medo do papão?"!!! Ora isto devia ser bom para assustar criancinhas, pensei eu...mas passei o filme agarrada às pessoas ao meu lado, com uma vontade enorme de abandonar o barco! Claro que valeu a companhia, e o facto de haver sempre alguém ao meu lado disposta a contar-me o que se passa quando já estou na fase...incapaz de olhar para o ecrã: "agora ele levou-a, está a sangrar, tá a correr...vai apanhá-la outra vez!!!!".
E depois disto tudo pensam vocês: "ora aqui está a verdadeira adepta de comédias românticas!!"...mas não!! Desenganem-se vocês que comédia não é mesmo o meu género, muito menos romântica!
O meu género é mais drama. Tudo o que tiver bastante drama...Diamantes de Sangue ou Million Dollar Baby, são dois desses exemplos.
Quando era pequena fui ao cinema ver: Voando para casa...ainda o vejo, vezes e vezes sem conta. Marcou-me porque era ciança e só nessa altura me apercebi que de facto os acidentes acontecem, e as pessoas de quem mais gostamos também morrem...e custa imenso o facto de nos habituarmos a viver sem elas!
O que assusta não é morrer, mas a maneira como se morre...Já alguém dizia!
Quanto a filmes de terror, inevitavelmente vou ser arrastada para mais...mas desde que a companhia seja boa, tenha sempre algo para tapar os olhos de vez em quando, e não me enfiem no ecrã!!!
Haunted Home Uma história...não de terror!
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
48 horas Trance (à força)...
Felizmente ou infelizmente até sou uma pessoa com elevada capacidade de ouvir de tudo um pouco, oiço quase todos os géneros musicais, e se não gosto à primeira costumo sempre dar uma segunda oportunidade, "ora vamos lá ouvir isto outra vez...talvez soe diferente...".
Conheci o género Trance graças à Patrícia minha colega e amiga, para aí no meu 10º ano. Era fanática por Trance e outras cenas maradas. Foi a partir daí que cada vez que ouvia Trance não tinha a tendência de desligar o rádio, ou o leitor de CD´s e conseguia ouvir aquilo durante alguns minutos. Mas atenção minutos!!! Quando são 48 horas seguidas é de dar cabo da cabeça!!!
Não, não andei a meter-me em nenhum festival marado tipo o Boom na Idanha. Desta vez foi o festival, ou a festa, ou o que raio que aquilo era que veio ter comigo!! E embora a quilómetros de minha casa, a música conseguia ouvir-se perfeitamente de dia e de noite!!! Claro que dormi de tampões nos ouvidos!! E ainda bem que acabou! Agora da próxima vez que eu disser que quero ir ao BOOM daqui a dois anos, por favor, atirem-me à ria, ou internem-me porque eu não estou bem!!!!
Hoje deixo-vos com The rip dos Portishead. E escusado será dizer que gostei desta música desde a primeira vez que a ouvi.
Foi amor à primeira escutadela...
Conheci o género Trance graças à Patrícia minha colega e amiga, para aí no meu 10º ano. Era fanática por Trance e outras cenas maradas. Foi a partir daí que cada vez que ouvia Trance não tinha a tendência de desligar o rádio, ou o leitor de CD´s e conseguia ouvir aquilo durante alguns minutos. Mas atenção minutos!!! Quando são 48 horas seguidas é de dar cabo da cabeça!!!
Não, não andei a meter-me em nenhum festival marado tipo o Boom na Idanha. Desta vez foi o festival, ou a festa, ou o que raio que aquilo era que veio ter comigo!! E embora a quilómetros de minha casa, a música conseguia ouvir-se perfeitamente de dia e de noite!!! Claro que dormi de tampões nos ouvidos!! E ainda bem que acabou! Agora da próxima vez que eu disser que quero ir ao BOOM daqui a dois anos, por favor, atirem-me à ria, ou internem-me porque eu não estou bem!!!!
Hoje deixo-vos com The rip dos Portishead. E escusado será dizer que gostei desta música desde a primeira vez que a ouvi.
Foi amor à primeira escutadela...
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Datas
Não gosto de datas!
Não gosto daqueles dias estipulados para fazermos não sei o quê, ou celebrarmos qualquer coisa. A verdade é que criamos imensas ilusões e depois os planos saem todos furados. Como por exemplo este ano, quando fiz os 20, a uma quinta-feira, ideal para jantar, sair com os amigos, mas não...fiquei em casa bem enfiadinha a estudar para o exame do dia a seguir. Ou seja mais vale não programar as coisas e tornar cada dia especial. Mas é bem verdade que não faz grande sentido comemorar o dia de anos noutra altura! Porque há datas para tudo e mesmo que não estejamos com muito bom humor para as comemorar, elas estão lá!!
Por incrível que pareça tenho uma memória fantástica para datas marcantes. Há sempre dias que não esquecemos! Como o 11 de Setembro, lembrado sempre pelos atentados às torres de NY, ah...estava aqui a lembrar-me que também é a minha data de Baptismo.
Seja como for há datas que ficam...e às vezes ignorar não é a melhor maneira!
Então respira-se fundo e pensa-se...bem, vamos lá fazer qualquer coisa, ou se a data for mesmo má...bem, daqui a pouco o dia acaba!
Deolinda...conhecem??? O lema é: "cantar a tristeza rindo".
Já todos de certeza ouvimos o famoso Fado Toninho, mas eu prefiro esta:
Não sei falar de amor
Não gosto daqueles dias estipulados para fazermos não sei o quê, ou celebrarmos qualquer coisa. A verdade é que criamos imensas ilusões e depois os planos saem todos furados. Como por exemplo este ano, quando fiz os 20, a uma quinta-feira, ideal para jantar, sair com os amigos, mas não...fiquei em casa bem enfiadinha a estudar para o exame do dia a seguir. Ou seja mais vale não programar as coisas e tornar cada dia especial. Mas é bem verdade que não faz grande sentido comemorar o dia de anos noutra altura! Porque há datas para tudo e mesmo que não estejamos com muito bom humor para as comemorar, elas estão lá!!
Por incrível que pareça tenho uma memória fantástica para datas marcantes. Há sempre dias que não esquecemos! Como o 11 de Setembro, lembrado sempre pelos atentados às torres de NY, ah...estava aqui a lembrar-me que também é a minha data de Baptismo.
Seja como for há datas que ficam...e às vezes ignorar não é a melhor maneira!
Então respira-se fundo e pensa-se...bem, vamos lá fazer qualquer coisa, ou se a data for mesmo má...bem, daqui a pouco o dia acaba!
Deolinda...conhecem??? O lema é: "cantar a tristeza rindo".
Já todos de certeza ouvimos o famoso Fado Toninho, mas eu prefiro esta:
Não sei falar de amor
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
O farol
Sempre tive uma grande vontade de subir até ao farol. Talvez tenha alimentado esta ideia devido ao que o meu pai me dizia quando eu era pequena. Chamava-lhe o "Farol do Rufino". O tio Rufino, que era meio maluco, tinha um farol! As coisas assim até faziam sentido.
Quando por ali andava perto não havia vez nenhuma que não perguntasse:"Será que hoje o tio nos pode levar a ver o farol?". Como se alguém pudesse ser dono de um farol, ou de uma praia, ou até da lua! Ele ria-se e contava mais uma história dos homens no mar e desta luz fantástica que os guiava!
Até que um dia o tio Rufino morreu, e eu descobri que afinal não possuía o farol!
Então as minhas esperanças de um dia lá entrar foram completamente por água abaixo.
Só que anteontem, dei por mim a subir os 271 degraus da escada em caracol a correr. E ninguém me parou até chegar lá acima! Não era de noite, por isso não pude ver a luz que dele imana, apenas a paisagem.
De alguma forma dei por mim a rir e a lembrar-me do tio Rufino. Apeteceu-me dizer: "Ei!!! Estou aqui no teu farol!!!"
Fiquei encantada com a voz, com os acordes, com as árvores da Serra de Sintra.
Esta chama-se Bring your love e pertence ao álbum Song of the new heart de Mazgani.
Quando por ali andava perto não havia vez nenhuma que não perguntasse:"Será que hoje o tio nos pode levar a ver o farol?". Como se alguém pudesse ser dono de um farol, ou de uma praia, ou até da lua! Ele ria-se e contava mais uma história dos homens no mar e desta luz fantástica que os guiava!
Até que um dia o tio Rufino morreu, e eu descobri que afinal não possuía o farol!
Então as minhas esperanças de um dia lá entrar foram completamente por água abaixo.
Só que anteontem, dei por mim a subir os 271 degraus da escada em caracol a correr. E ninguém me parou até chegar lá acima! Não era de noite, por isso não pude ver a luz que dele imana, apenas a paisagem.
De alguma forma dei por mim a rir e a lembrar-me do tio Rufino. Apeteceu-me dizer: "Ei!!! Estou aqui no teu farol!!!"
Fiquei encantada com a voz, com os acordes, com as árvores da Serra de Sintra.
Esta chama-se Bring your love e pertence ao álbum Song of the new heart de Mazgani.
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