sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Hello

O vazio de inspiração tem me acompanhado estes últimos dias. Vazio esse suficiente para que os posts neste blog fossem reduzidos a zero.
Aquela vontade louca de dizer qualquer coisa estúpida, ou até acertada, abandonou-me por completo.
Com este post quero fazer renascer essa vontade louca de escrever sobre qualquer coisa!
Mas enquanto essa vontade não bate à minha porta e me faz ficar a escrever durante algum tempo e a fazer algumas reflexões, oiço música!!

Hoje deixo-vos com a música do anúncio Sumol Bliss e com os acordes que todos já devem ter ouvido em casa, num café, ou noutro sítio qualquer ao mesmo tempo que vêm bolas vermelhas a preencher os céus de uma cidade.
Hoje ficam com uma menina que veio da austrália até nós, acompanhada da sua guitarra e nos trás dentro do novo álbum A Loud Call, esta fantástica música...Now I love someone. Convosco: Holly Throsby.





Old lock, old door
Old yard, overgrown
I'm up, up and gone
So long, so long
For now I love someone
Our love is a song
That we sing, that's been sung
By our parents and their parents
They swear it and we swear it now
Now we love someone

We both bellow "Hello!"
We both bellow "Hello"

I don't want no "I guess sos"
Just yeses or instead so long, so long
And you don't love no one
Because my wins are your wins
In the sleet, in the spring
And your losses are my losses when you're opposite me only
Now we love somebody

We both bellow "Hello!"
We both bellow "Hello! How are you? How are you? Hello!"

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Jazzinta

Podemos aproveitar o Verão para fazer inúmeras coisas, que normalmente com aulas e trabalhos não da muito jeito fazer.
Algo para além de ir à praia, ou ler um bom livro durante horas.
Ir por exemplo a concertos, e já que eles estão por aí, durante todo o Verão, o melhor mesmo é aproveitar.
O último que fui assistir foi o concerto de Jacinta em Ílhavo. Uma sala cheia, de pessoas e expectativas por ouvir a que foi considerada, melhor cantora Jazz da Europa no ano passado. E facilmente, ao fim de três temas, o público foi conquistado.
Jacinta apresentou: “Songs of freedom”, título do novo álbum que sairá em Outubro. Nele podemos encontrar grandes canções que tão bem conhecemos dos anos 60,70 e 80 de vários músicos não menos conhecidos. Em palco estiveram entre muitas outras: “Where the streets hava no name” dos U2, “How deep is your love” de Barry Gibb, Robin Gibb e Maurice Gibb e “Don’t worry be happy”, música que o público foi convidado a trautear pela cantora. Simpática e sempre com um sorriso nos lábios, foi assim que se apresentou pela terceira vez em Ílhavo, a apresentar um projecto diferente e inovador, sem um dos instrumentos base do jazz estando presente em palco: a bateria. Um piano, voz, saxofone baixo e saxofone barítono apenas, fizeram toda uma noite de um espectáculo único.

O seu último trabalho tinha sido Convexo. Neste álbum, Jacinta adaptou músicas de Zeca Afonso e deu-lhes um toque de Jazz. E se muitas vezes se cantaram músicas de Zeca Afonso, a voz de Jacinta, e os excelentes músicos que a acompanham tornam, sem dúvida este CD muito especial.

Para quem quiser mais informações: www.jazzintaprod.pt

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Estrelas Cadentes

Não há muitas noites como esta, apenas algumas durante o ano.
As quedas de meteoritos são principalmente visíveis nesta altura. Nas noites quentes de Agosto. São as noites das estrelas cadentes. São as noites que eu passo na varanda, no jardim, no telhado, ou noutro sítio qualquer, donde se possa visualizar bem a imensidão do céu.
Hoje já vi uma estrela cadente. Como só é uma e meia, e não tenho sono, provavelmente irei ver mais algumas.

Quando era pequena pedia por cada uma, um desejo. Alguns deles concretizaram-se, mas deixou de ser pelos desejos que passo estas próximas noites a olhar as estrelas. É pela espera, pela noite aqui fora, pela aventura de passar umas noites ao relento, pelo prazer que dá tirarmos umas noites para fazer coisas tão simples como: olhar para o céu.
E selecciono umas músicas quentinhas no mp4 emprestado. Que a noite vai ser longa e é sempre preciso uma música para acompanhar. Enrolada numa manta aqui fico. Muito quietinha porque não quero afastar as estrelas cadentes. A única coisa que se quer afastar hoje são os medos e as coisas más.


“Se vires uma estrela cadente…pede um desejo!”



Esta noite acompanha-me Damien Rice, com o tema tão bem conhecido por todos: The Blower's daughter...Vamos ver que mais relíquias se podem encontrar nesta caixinha de música.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

No woman no cry

Estive a ver fotografias do meu primeiro ano. Estive a observar um pouco o que eu era, e o que me fez crescer durante estes três anos. Principalmente as pessoas que me fizeram crescer.
Vi fotos lá de casa, e do espírito verdadeiro de uma casa de estudantes. E por momentos estive lá, estive à porta do quarto da Susana para lhe cantar os Parabéns, estive a tocar guitarra na ceia de Natal, estive a tirar fotos parvas com a Bete. Senti um pouco do espírito verdadeiro, para voltar a colocar os pés no chão e ver à minha volta o que este ano se perdeu.
Ficou tanto por fazer e tanto por dizer. Parece que nos concentrámos apenas no que não era essencial, no que era mais fútil e esquecemo-nos de ser felizes e aceitar simplesmente os momentos como eles nos apareciam à frente…esquecemo-nos das cartas, das horas do chá, das noites no telhado, dos filmes até às tantas, para mudarmos os nossos objectivos e nos fixarmos no objectivo de sermos uma malta fixe. A verdade é que sempre fomos malta fixe, talvez até mais fixe do que nestes últimos tempos. Tínhamos amigos, um espaço a partilhar, coisas interessantes para dizer.
Quando as coisas correm mal, eu costumo dar uma segunda oportunidade. Neste assunto sinto que já dei várias…e ao mesmo tempo, sinto, que ficou muita coisa inacabada. Muitas pedras ficaram por acrescentar ao nosso castelo.
Continuam a ter para mim mais valor os momentos que passei, a vontade de os reviver um bocadinho que seja, e a certeza de que ainda vou precisar muito das pessoas que ali estão, tanto como me foram necessárias durante estes três anos.
Sinto que me irei arrepender mais senão der tudo de mim nesta última vez, do que se fugir para ser uma miúda fixe. Não o sou, nunca fui, não é agora que virei a ser. Para mim o que tenho basta-me.





No woman no cry...na voz de Joss Stone.

domingo, 2 de agosto de 2009

Out to get you

Foi uma noite fantástica em Cantanhede, com a presença sempre brilhante da menina Joss Stone, e do seu sorriso, do chá, do lenço no microfone, do tapete e dos pés descalços.
Gostei imenso de ver Joss Stone, assim como James que me surpreenderam pela positiva.
A noite foi de peripécias, de andar a saltar de festa em festa, de barraca em barraca, de sorriso em sorriso. E já sentia saudades destas festas com os Biomédicos, porque mesmo que nada seja perfeito, qualquer noite com os Biomédicos serve para animar. Esta teve um toque especial de animação depois destes últimos dias.
Agora estou pronta para as coisas boas, vai ser praia, concertos, passeios e muita animação. Pouco stress, poucas coisas difíceis em que pensar.

Quando levamos um susto, damos mais valor ao que temos, às coisas boas que nos rodeiam e principalmente percebemos tudo aquilo que não queremos. Eu pelo menos percebi!

Esta era uma das minhas preferidas de James...sim eu conhecia James...Out to get you

"I'm so alone tonight
My bed feels larger than when I was small
Lost in memories, lost in all the sheets and all old pillows
So alone tonight, miss you more than I will let you know
Miss the outline of your back, miss you breathing down my neck
All out to get you, once again, they're all out to get you, once again

Insecure, what ya gonna do
Feel so small, they could step on you
Called you up, answer machine, when the human touch
Is what I need, what I need is you, I need you

Looked in the mirror, I don't know who I am any more
The face is familiar, but the eyes, the eyes give it all away
They're all out to get you, once again, they're all out to get you
Here they come again

Insecure, what ya gonna do
Feel so small, they could step on you
Called you up, answer machine, when the human touch
Is what I need, what I need is you

Let me breathe, if you'd let me breathe
They're all out to get you, once again, they're all out to get you"





Agradecimentos:
- aos papás por me aturarem
- aos Biomédicos por fazerem o mesmo
- ao Terri por nos ter levado à festa do PIPO
- ao Segurança da Essua por nos trazer novidades (vamos querer passe livre para entrar na Essua e ir estudar com a malta)

Continuação de umas Boas Férias para todos :)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A Rapariga do Parque

A praia hoje de manhã estava fantástica. Só se ouvia o mar lá ao fundo, na exclusividade de uma praia só com duas ou três pessoas. Enquanto estava deitada na toalha a apanhar sol, lembrei-me de uma aventura minha em criança.

Passou-se no parque de campismo, para onde os meus pais, todos os anos, por esta altura, iam acampar. Conheci uma rapariga, cuja cara já não me lembro, assim como já não me lembro do nome, ou de qualquer outra característica sua. Andava nos meus passeios de bicicleta pelo parque quando a encontrei. Ficámos amigas depressa, era a minha companhia para dar voltas de bicicleta. Uns dias mais tarde, depois de ter conhecido os meus pais, começou a chamar nomes à minha mãe e a dizer que ela não prestava… Ora eu era criança, ignorei o que ela me dissera e continuaram os passeios pelo parque. A minha mãe como me conhecia bem, sabia que eu andava distante, que era por causa da nova amiga, mas não se queria meter no assunto. Um dia irritei-me e mandei a rapariguinha à tal parte. Nunca mais a vi no parque.

E isto foi uma cena, passada num parque de campismo, mas que muitas vezes encontramos na nossa vida. Com outras pessoas, num cenário diferente. Fazem-nos ver o significado de sermos amigos de alguém, dessa amizade ser retribuída. Porque acima de tudo, os nossos amigos respeitam-nos, e para nos respeitarem, têm que também respeitar as pessoas que amamos, sejam elas mais ou menos perfeitas. E ficam do nosso lado, apoiam-nos incondicionalmente, fazem-nos ver o certo e o errado, quando queremos é manter os olhos bem fechados. Não me vou esquecer de alguém que me disse algo muito importante: “ Fazes o que sentes, segues o teu coração, escolhes quem quiseres, eu vou estar sempre aqui, sabes sempre onde me encontrar quando precisares!”.
Os nossos amigos ficam assim, guardados, em lugares muito especiais, é por isso, que ao contrário da rapariga do parque, sei os nomes de todos, consigo imaginar todas as suas caras quando fecho os olhos, e tenho sempre presentes as suas mensagens.

Um beijinho muito grande a todos os meus amigos e os desejos de umas Boas Férias. Quentinhas, numa praia ao sol, ou noutro sítio bem agradável.

Como este computador não é meu…não vou andar a passear no youtube. Apenas deixo algumas sugestões:
- A Cry 4 Love – Novo single do David Fonseca
- Gravity – Embrace

E claro, para todos os que vão amanhã a Cantanhede, comecem já a treinar todas as músicas de James e Joss Stone, eu cá já comecei.

Se quiserem saber, o que ando por aí a fazer...sigam-me no Twitter.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Love is love you





"Love is, the colour of your eyes.
Love is, sleep with you inside.
Love is, like a wide open sky.
Love is, Love (love) you.

Love is, like a bird with white wings.
Love is, Love (love) you.

Love is, fly a plain in a storm.
Love is, build a castle with one stone.
Love is, dry your tears with my tears.
Love is, Love you.

Love is, climb the hill without fears.
Love is, Love you.

Love is, be there when you need"



P.S. I love you